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Vidas Passadas & Reencarnação

Vidas Passadas & Reencarnação

Aceitar que o que sentimos é importante

13.11.09, Projecto Alexandra Solnado

 

Costumo dizer que o pensamento não se mede, nem se vê… e que o sentimento também não se mede, nem se vê. Ora, se nem o pensamento, nem o sentimento se medem ou se vêem, se são iguais, então porque é que um vale mais do que o outro, porque damos mais peso a um do que ao outro?

 

Porque o sentimento dói, e o pensamento ajuda a não doer ao tapar a emoção. Ou seja, a nossa vivência em sociedade está baseada num racionalismo que não nos permite viver em contacto com o que sentimos, nem nos encoraja a expressar as nossas emoções. Antes preconiza a fuga do sentimento.

 

Temos de começar a aprender que a alma é precisamente o que nós sentimos, isto é, que a melhor maneira de nos conectarmos, mesmo que não façamos a conexão com o nosso Eu Superior, é vivermos em função da nossa Alma, dos nossos sentimentos.

 

Porque a Alma é o que sente, a personalidade do Ego é o que pensa, e nós temos de harmonizar os dois. Como? Aceitando que o que sentimos é importante. Porque enquanto não aceitarmos o que sentimos, não aceitamos ser quem somos.

 

Como Ele nos diz:

 

Ser é juntar a mente ao coração. Ser é saber que o sentir determina tudo. Determina a missão, o foco e como chegar lá. Determina se estás no caminho certo ou se ainda não o encontraste. Ser é saber sentir. É utilizar a mente para dar vida ao que se sente. Mas para isso é preciso entregar-se, confiar.

 

 

 

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