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Vidas Passadas & Reencarnação

Vidas Passadas & Reencarnação

Tens o que amas ou amas o que tens?

26.01.10, Projecto Alexandra Solnado

 

Nós trabalhamos para ter o que amamos ou trabalhamos para amar o que temos? Como vão  ver a diferença é brutal.

 

Quando trabalhamos para ter o que amamos, trabalhamos na dimensão mental, isto é,  traçamos os nossos objectivos, objectivos de vida ou de pessoas - queremos ter aquela pessoa ou queremos ter aquele emprego ou aquela circunstância ou aquela casa, o que for - e então a pessoa trabalha a vida inteira para ter o que ama, o que é egóico – eu QUERO ter.

 

O que é amar o que se tem? Amar o que se tem é ir lá acima ver o que é para nós e, mesmo sem perceber, aceitar. Depois, e aqui está a parte mais bonita da questão, decifrar. Eu vou decifrar o que vi lá em cima e aceitar que é mesmo para mim. Acreditar que é mesmo para mim.

 

Ao decifrar, mesmo que seja aos poucos, e precisamente por ser no reino do improvável, no reino do que não se estava à espera, o ego fica completamente balançado. Não era nada daquilo que estava à espera.

 

O ego queria outra coisa. Um grande emprego, muito bem pago, por exemplo, e de repente lá em cima vimo-nos a trabalhar com crianças ou a ensinar música. Ou gostaríamos de estar com uma pessoa e lá em cima aparece-nos outra, completamente inesperada. E ficamos completamente baralhados porque não era nada disso que estávamos à espera. Não era nada disso que o ego estava à espera. Agora a alma…

 

A nossa alma começa a trabalhar partir do momento em que aceitamos … “está bem, então se aquilo é para mim, eu quero, vamos lá”, e começamos a decifrar. E ao decifrar, como o nosso ego não está activo, porque não foi ele que escolheu, a nossa alma começa a manifestar-se.

 

E não só vamos decifrando como a nossa alma começa a subir e começamos a perceber que as energias são mesmo compatíveis. Começamos a perceber que aquilo é mesmo para nós e é uma surpresa. É um grande presente e, por isso, também a tremenda gratidão que sentimos depois…nunca esquecendo, como Ele diz, que “A gratidão é a forma mais completa de se chegar a mim”.

 

 

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