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Vidas Passadas & Reencarnação

Vidas Passadas & Reencarnação

Sobreposição de Encarnações - Como nos libertarmos das memórias de vidas passadas?

07.04.08, Projecto Alexandra Solnado


Podes escrever: a «Sobreposição de Encarnações» é o grande segredo agora revelado.

São energias que trazemos de vidas passadas que nos provocam determinados sintomas ou comportamentos.

Vocês trazem uma energia extremamente viva de «lá de trás», que compromete todo o vosso ser actual e que não vos permite contactar com a vossa missão nesta vida.

Vocês só poderão estar inteiros nesta encarnação quando tiverem limpado toda a densidade viva do vosso interior. Essa densidade é proveniente de emoções mal resolvidas noutras vidas, que se mantêm no peito provocando bloqueios emocionais. Imagina uma menina que foi morta por uma facada noutra vida. Nesta vida, naturalmente, quando vê uma faca fica incomodada, sem saber porquê.

É uma memória, sem dúvida. Mas o que te quero dizer é que é uma memória viva, que provoca comportamentos densos derivados do medo, e não permite que o ser se conecte com o que há de mais sagrado, que o poderia salvar.

Como vês, o medo não resolvido promove o bloqueio, que por sua vez bloqueia a superação desse mesmo medo.

Esse medo é uma emoção que noutra vida não se resolveu, a pessoa não aceitou, não compreendeu. Esse medo, essa densidade vaza de vida para vida, à espera de uma resolução satisfatória.

 

- Mas não é essa a tarefa das regressões a vidas passadas?

 

Compreender os medos?

Compreender os medos não chega.

Há que retirá-los.

Há que compreender o que se passou, mas, principalmente, há que perceber que essas memórias estão vivas dentro das pessoas, só à espera de que algo as despolete, para virem à superfície. Essa memória viva dentro de um ser chama-se «Sobreposição de Encarnações».

Uma ou muitas personagens de vidas passadas vivem dentro de vocês, fazendo com que às vezes ajam ou sintam coisas que não parecem vossas.

Nunca pensaram «Parecia que não era eu! Parecia outra pessoa»?

E era. Era uma personagem de uma vida passada que veio à superfície.

Vocês são como cebolas, têm muitas camadas de densidade, muitas sobreposições de encarnações, de emoções mal resolvidas a viver em simultâneo na vossa energia. É natural que sintam numa altura o medo de uma, noutra altura a raiva de outra, e assim por diante.

A única diferença entre as pessoas que têm o canal mais aberto ou mais bloqueado é a seguinte: as pessoas com o canal mais aberto são as que apresentam os maiores sintomas. São aquelas que sentem as personagens que foram em vidas passadas com mais intensidade.

Se uma pessoa noutra vida foi uma rainha má, morreu afogada ou envenenada, na vida actual vai apresentar evidências de prepotência, situações de asfixia e crises de dores de estômago.

Os exemplos de sintomas de «Sobreposição de Encarnações» são infinitos.

Podes ter uma pessoa subserviente, que está sempre a pedir desculpa, com uma sobreposição de um escravo que foi muito castigado por desobedecer. Nesta vida, nem lhe passa pela cabeça tentar vencer a subserviência e enfrentar mais as pessoas quando estas a humilharem.

Nem lhe passa pela cabeça tal coisa.

E se essa pessoa resolvesse um dia confrontar alguém, o medo que ia tomar conta dela seria de tal ordem poderoso, que ela pura e simplesmente não teria sequer forças para tentar.

Mas imagina que existia uma técnica que conseguia retirar esse medo? Que conseguia limpar essa memória de tal maneira que essa pessoa poderia, enfim, ser quem é, parar de obedecer cegamente e passar a ter uma opinião acerca dos acontecimentos?

Imagina uma técnica que retira a densidade de tal maneira que a pessoa não volta a sentir o medo?

Essa técnica é a «Limpeza das Sobreposições», que te tenho vindo a ensinar desde há um ano.

Faz agora um ano que te tenho vindo a falar da «Sobreposição de Encarnações» com todos os pormenores e todas as técnicas de remoção.

Pois bem. Agora está na hora de começar a divulgá-la.

 

JESUS

 

 

A Alma Iluminada, de Alexandra Solnado

 

Saiba mais sobre Limpeza Espiritual de Sobreposição de Encarnações


Energia kármica e como limpar karma

07.04.08, Projecto Alexandra Solnado


Existe a energia viva, a energia kármica e o padrão de comportamento.

A energia viva é a energia do ser. A energia que vive actualmente na pessoa. Aquela que se relaciona com a encarnação actual.

Essa energia é construída e mantida através da outra energia.

A energia kármica.

A energia kármica é a densidade emocional que trazemos de outras vidas. Essa energia formata, numa primeira fase da vida, a personalidade do ser. É o que chamamos «Sobreposição de Encarnações».

O ser que nasce, antes de tomar consciência da sua jornada actual, irá sentir a energia kármica, as sobreposições, de forma mais profunda e com mais acuidade.

Essa energia kármica, essa densidade emocional de outras vidas, irá condicionar o comportamento. O ser passará, nesta vida, a ter um comportamento semelhante ao de outras vidas. Irá escolher o mesmo padrão repetitivo de comportamento. Não terá ainda consciência para mudar.

Resumindo:

Na primeira fase da vida, a energia kármica e a sobreposição de encarnações condicionarão o padrão de comportamento. O comportamento, através da lei da matéria, irá condicionar a energia actual. Se uma pessoa no seu comportamento emanar violência, irá atrair violência e, consequentemente, a sua energia será violenta. Mas, se a sua energia kármica for violenta, mesmo não emanando energia violenta, poderá atrair violência.

 

- Quer dizer que quando uma pessoa atrai violência sem nunca ter emanado violência...

 

Significa que tem energia kármica violenta, isto é, noutras vidas carregou um padrão violento de comportamento.

Nesta vida não emana, mas como a energia kármica está lá, ainda o fará atrair violência.

 

- E como é que se muda isso?

 

Limpando a energia kármica ou então gastando-a.

 

- Gastando-a?

 

Limpar a energia kármica é retirar as sobreposições de encarnações, as vidas passadas que ainda permanecem na pessoa sob a forma de densidade.

É, simplesmente, retirar essa energia, através de uma limpeza.

Gastar a energia kármica é precisamente quebrar o padrão repetitivo de comportamento e, neste caso, independentemente do que atrair, continuar a manter uma atitude pacífica, sem violência.

 

- Mas para isso é necessária uma mudança de mentalidade.

 

É preciso mudar o sistema de crenças. Mudar as coisas nas quais as pessoas acreditam.

No caso que te estava a contar, aquela pessoa acredita na violência. Acredita que só com violência se conseguem as coisas.

No dia em que ela tomar consciência, compreender que não só a violência não é boa, como ela própria veio à terra gastar essa energia kármica de violência, nessa altura, ela irá começar a comportar-se de uma forma pacificadora.

Nesse dia, essa pessoa começa a sua busca pelas encarnações à procura dessa origem violenta para poder combatê-la até à morte. E combater os nossos fantasmas é mais fácil quando nos permitimos conhecê-los e aceitá-los.

Enquanto não conhecerem a vossa energia kármica, as vossas sobreposições de encarnações, enquanto não identificarem onde é que foram excessivos noutras vidas, não irão aprender onde contrabalançar esse excesso, onde trabalhar, especificamente, para que a partir desse trabalho o ser possa limpar o peito e começar a atrair a abundância em todos os outros sectores da sua vida.

A abundância é um presente do céu para quem aceita trabalhar as suas restrições.

 

JESUS

 

 

A Alma Iluminada, de Alexandra Solnado

 

Saiba mais sobre Limpeza Espiritual de Sobreposição de Encarnações

 


 

Reencarnação e o Eu Superior (Alma)

07.04.08, Projecto Alexandra Solnado


Todos os homens vêm à vida para proceder a uma das mais complexas formas de evolução espiritual: a experiência da matéria.

Tão complexa que são necessárias várias, muitas vidas (ou encarnações), para que a tarefa seja completada.

Queres que eu fale sobre o “Eu Superior”. Falar sobre o “Eu Superior” é falar sobre a essência. Sobre a base onde está construída toda a experiência na matéria.

Vamos por partes.

 

A centelha divina (ou mónada, ou que lhe quiseres chamar) está no céu, entre encarnações. É nessa altura que ela está a reprogramar-se. Está a visionar todas as experiências da última vida e a compará-las com existências anteriores.

 

• Será que produzi algum padrão de repetição?

 

• Será que reagi na última vida de forma idêntica às minhas reacções noutras vidas?

 

• Será que fiz escolhas que condiziam com a minha maneira de ser?

 

• Será que fiz o que os outros queriam que eu fizesse ou a sociedade achava bem, ou fui mais fundo e coloquei a minha pessoa nesta escolha?

 

• Será que culpei os outros quando me aconteceram as coisas ou compreendi que era eu que atraía o mesmo padrão de acontecimentos, vida após vida, ano após ano, para pura e simplesmente aprender a escolher por mim, pelo que eu sentia e não pelo que mais me convinha?

 

• Será que evitei o sofrimento, fazendo escolhas que me distanciavam de mim?

 

• Será que procurei o sofrimento para ser a vítima de serviço e consequentemente o centro de todas as atenções?

 

• Será que amei realmente? Não aquele amor que cobra, que quer coisas em troca, mas aquele infinito, que recebo através do exercício da minha espiritualidade e distribuo indiscriminadamente, por toda a humanidade?

 

• Será que fiz o que tinha me proposto antes de encarnar?

 

• Será que fugi?

 

• Será que, mais uma vez, fugi de mim?

 

Estas e muito mais questões vão sendo analisadas entre encarnações. E, respeitando o movimento “ ... de onde venho e para onde vou”, a centelha prepara-se novamente para encarnar.

É nesta altura que se tomam decisões.

“Irei nascer num determinado tempo, num determinado país, com determinados pais, irmãos, tios, avós...”

Todas estas determinantes são estudadas na tentativa de, depois de encarnado, o ser conseguir cumprir a sua missão. A missão é definida ao pormenor. Os condicionalismos também. Se um ser necessitar de desenvolver uma identidade forte, naturalmente irá decidir nascer, por exemplo, com um pai autoritário e num local conservador.

Tudo de feição para que, numa primeira fase da vida, a pessoa se sinta tão tolhido na sua forma de ser, que o leve a, numa determinada altura, arrancar os laços que o prendem e impor a sua personalidade.

Este ser, depois de encarnado, terá sempre a possibilidade de fazer valer o seu livre arbítrio. Quando se sentir mais pressionado por esse pai autoritário e esse meio conservador, ainda poderá escolher. Ou salta dali para fora, dá o seu grito de liberdade e, apesar das dificuldades, constrói uma vida em que é quem é, no respeito absoluto pela sua identidade, e nisto terá cumprido a sua missão, vibrando através do amor, do amor à vida, à liberdade e a quem realmente é...

...ou ainda poderá aceitar a repressão, culpando sempre esse pai e essa sociedade pelo seu infortúnio e certamente não terá cumprido a sua missão, reproduzindo um padrão repetitivo de comportamento já vindo de outras vidas passadas.

 

- Mas como sabe que já é um padrão repetitivo?

 

Porque se esse ser não tivesse já fugido de si próprio em outras vidas, não viria com a missão de afirmação da identidade. Viria com outra missão qualquer.

A verdade é que esse ser, caso aceite manter-se sob o jugo do pai e da sociedade, está a vibrar pelo medo e não chega a cumprir missão nenhuma.

 

- Quer dizer que quem vibra pelo medo não cumpre missão?

 

É mais ou menos isso. O medo é uma frequência típica da matéria, enquanto o amor é uma frequência típica do céu.

Quem vibra pelo medo vive aí em baixo, sem conseguir subir e sem acreditar que o céu opera verdadeiros milagres na vida de quem se entrega.

Aliás, cabrita, se notares, a própria vida é um verdadeiro milagre. Acho estranho o cepticismo. Todos os seres viventes deveriam acreditar em milagres pelo único motivo de estarem vivos.

 

JESUS

 

 

O Eu Superior e Outras Lições de Vida (com CD de Exercícios),

de Alexandra Solnado

 

Saiba mais sobre a Terapia de Contacto com Eu Superior


 

Conexão ao Eu Superior (Alma) - A nossa autonomia espiritual

07.04.08, Projecto Alexandra Solnado


- Porque se utiliza um arco-íris para ir ter com o Eu Superior?

 

O arco-íris é simbólico. Apenas utilizamos uma forma de subir. A pessoa eleva-se subindo o arco-íris.

Lá em cima, no topo do arco-íris, está o registo akáshico. Nesse registo está inscrito todo o conhecimento do universo. É nesse registo que podes aceder a vidas passadas e frequências de futuro (no início, com acompanhamento de um terapeuta, depois sozinho).

 

- Porque é tão importante a conexão com o Eu Superior?

 

Para ganhar autonomia. Para que nunca mais alguém faça algo porque “o outro disse” ou porque “alguém mandou”. Os outros não sabem dar conselhos pura e simplesmente porque não conhecem a tua vida em pormenor. E porque não podem escolher por ti.

O teu Eu Superior pode ajudar porque conhece as vidas passadas, as frequências de futuro e ainda a missão que escolheram para esta vida.

Mas a escolha final é sempre tua.

 

- Porquê tanto interesse na “autonomia”?

 

Porque vocês têm que perceber de uma vez por todas que as verdades não são as mesmas para toda a gente. O que pode ser bom para um, pode não ser para o outro. E mais. O que é bom agora pode não ser bom depois.

Assim, não queremos que as pessoas fiquem amarradas a dogmas, verdades encaixotadas, que não acreditam nem entendem.

A conexão com o Eu Superior dá autonomia neste assunto.

Nunca mais precisarás de aceitar que algo é bom para ti, sem o sentires. Quando há uma dúvida, vais ao Eu Superior e ele responde se algo é bom ou mau para ti, agora, neste tempo e nestas condições. E se é bom para te ajudar a cumprir a missão que planearam juntos.

Só ele tem essa resposta.

Para poderes ter todos os dados, para poderes utilizar bem o teu livre arbítrio.

 

- Para escolher em prol do meu caminho...

 

Exacto.

 

- Para não atrair mais a perda...

 

Sim.

 

- Para conseguir cumprir a minha missão...

 

E manter a tua evolução, limpar os karmas e tornar esta encarnação mais produtiva e brilhante.

Todo o ser humano tem uma estrela dentro de si. E, quando a encontra, todo ele brilha.

 

JESUS

 

 

O Eu Superior e Outras Lições de Vida (com CD de Exercícios),

 de Alexandra Solnado


Saiba mais sobre a Terapia de Contacto com o Eu Superior


Entrevista com Alexandra Solnado sobre A Alma Iluminada

07.04.08, Projecto Alexandra Solnado


Entrevista concedida ao Portal Sapo www.sapo.pt


Em que sentido o livro nos pode ajudar?


A.S: A Começa a ser preciso que as pessoas compreendam que as suas perdas e angústias são sinais para despertar dores ancestrais que, se vivenciadas, podem libertá-las. O livro é quase como um manual de instruções que dá uma perspectiva do que podemos fazer a nível emocional para superar as angústias que carregamos de outras vidas. Fala-nos da razão da existência de todos esses medos, da sua compreensão, vivência e consequente libertação. Uma espécie de catarse que nos permite alcançar o estado de seres humanos mais plenos e felizes e de seres espirituais mais livres e evoluídos.

 

 

Libertamo-nos das vidas passadas como na terapia de regressão?


A:S.: É diferente. E esta é talvez uma das maiores novidades deste livro. Não se trata de um simples regresso a uma vida passada para presenciar a memória de algo que aconteceu longe no tempo. O livro explica a "Sobreposição de Encarnações".
Cada personagem que fomos em vidas passadas está viva dentro nós. Essas personagens de encarnações passadas se sobrepõem a esta encarnação. Por isso o nome "Sobreposição de Encarnações". Essas personagens ainda sentem a raiva, a insegurança, a revolta que sentiam nessas alturas, e como estão dentro de nós, provocam que nós também sintamos emoções que não controlamos e sem motivo aparente. A presença dessas personagens, dessas sobreposições, pode ser a responsável por muitos sintomas tais como mudanças de humor ou comportamento, ataques de pânico, dupla ou múltipla personalidade, dores, depressões ou até doenças. Essa densidade tem que ser retirada. É o pressuposto da cura desses sintomas.

 

 

E como é que se retira essa densidade?


A.S.: Quando uma pessoa percebe que quando atrai determinada perda tem que se emocionar em vez de travar a emoção, como tantas vezes a sociedade nos impõe, já esta a retirar densidade e este é um dado adquirido com a leitura. Contudo, as densidades mais fortes necessitam de acompanhamento de um terapeuta.

 

 

Como tem sido aplicado esta teoria das sobreposições nas terapias?


A.S: Bastante bem. Temos estado a investigar esta teoria e através da prática nas nossas terapias já temos consultas só para as sobreposições. 95 por cento dos casos correram bem. São situações em que as pessoas vão às terapias para terem ajuda para acederem a dores ancestrais. Processam essa dor, resolvem pelo coração, compreendem as razões das suas perdas e o porquê do sofrimento e se libertam.

 

 

É esse o estado da "alma iluminada"?


A.S.: O estado da "Alma Iluminada" é o estado de um ser em ascensão. Jesus explica a história da ascensão, desde que a alma encarna pela primeira vez, passando por o modo como ganha karma, até quando acaba a roda das reencarnações e o que faz na sua subida final. São textos lindos, que nos emocionam e nos mostram o que viemos aqui fazer desde há milhares de anos.

 

 

E qual é para si a melhor mensagem deste livro?


A.S.: Há uma coisa muito bonita que Ele diz:
Jesus admira os seres humanos pela força e pela coragem de virmos à terra vezes sem fim, sem conhecimento, sem orientação, contra ventos e marés, contra tudo e contra todos, a tentar de alcançar a luz no meio da escuridão, a tentar de alcançar a iluminação no meio da densidade, a tentar de alcançar a ascensão. Jesus admira-nos pelos acertos e também pelas falhas, só porque tivemos a coragem de tentar.

 

 

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