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Vidas Passadas & Reencarnação

Vidas Passadas & Reencarnação

Novos Testemunhos de Regressões & Outras Terapias

15.05.08, Projecto Alexandra Solnado

 

 

O Buda em Mim

 

Hoje na terapia de Contacto com o meu Eu Superior, ele ofereceu-me uma experiência surpresa, que não vou esquecer, nunca.

 

Depois de ter chegado lá acima, onde me deixei ficar até me sentir completamente reenergizada e limpa da densidade que tinha, o Eu Superior levou-me a um prado.

 

Aí libertei e minha essência e voei com ele até que, sem que desse por isso, deixei de o ver. Voei pelo belíssimo e vasto prado, de um verde tranquilizante e brilhante, e vi um rio, que subia, com as margens protegidas de um denso e fresco arvoredo. Era uma sombra protectora que me convidava a seguir caminho. Como pássaro, que é a imagem que tenho da minha essência, fui subindo até que encontrei uma cabana. Abri a porta e entrei. Lá dentro estava uma figura de Buda, sentado na sua posição de Lótus, que me disse que se era assim que eu preferia que O visse, não fazia mal. Jesus ou Buda, o coração é o mesmo. Não precisava de me sentir dividida em dilemas de com quem é que devia conectar. A energia é a mesma. E vi o coração vermelho que Jesus já me tem oferecido em meditações anteriores. Vivo e brilhante. Coloquei-o no meu peito e senti uma tranquilidade imensa e uma forte aceitação.

 

É a aceitação na essência, que tanto tenho feito por encontrar. Deixei-me meditar, longa e tranquilamente, e percebi e assimilei que, apesar de saber que, intelectualmente Jesus ou Buda são apenas nomes a que damos ao Divino, à energia universal, agora sinto-o no mais profundo do meu coração. E quando medito e me conecto com esta energia, entro do reino sem palavras e sem conceitos, de pura energia, onde qualquer discurso é inútil para procurar uma explicação… encontrei o Buda em mim.

 

Maria Gatas Sobral

 

 

 

Há dias fui à terapia de contacto com o meu Eu Superior mas só hoje me deu para escrever.

 

O meu Eu Superior surpreendeu-me com um novo santuário, e símbolo, para que eu aprenda a enfrentar os meus medos. Uma magnífica árvore, de braços longos e gigantescos. Uma copa de majestosa protecção e um símbolo do forte poder que as árvores têm de resistir milenarmente, sempre ascendendo ao céu, sem se importar com o que não interessa (no meu caso as opiniões dos outros, os seus gestos ou olhares, a que infelizmente sou tão sensível). Ela lá está, forte, de fresca sombra, tranquila, para quem se quiser abrigar sob os seus braços e a denso verde da sua folhagem. E grande, grande. Espaçosa, de um poderoso e intenso verde.

 

A sua imagem é para mim um poderoso símbolo do próprio processo espiritual do ser humano, com as raízes na terra mas sempre crescendo e ascendendo para o céu. Abrigo de aves que voam e nela poisam, como as pessoas que vamos encontrando e nos vão ajudando a elevar a nossa própria espiritualidade.

 

Senti que foi uma poderosa meditação, uma futura fonte de tranquilidade. Espero nunca me esquecer que, mais importante do que deixar que os outros me impeçam de ser quem sou, tenho uma poderosa árvore que me guia no caminho da minha essência.

 

Teresa A. Nunes

 

 

 

Nesta última terapia de regressão viajei até à Roma Antiga. Vejo-me como um jovem efebo, muito novo, vestido com uma túnica curta, que me deixa ver os braços e as pernas de pele muito branca. Às mãos, de dedos longos e compridos, juntam-se os traços andróginos e delicados. Nos pés tenho calçadas umas sandálias.

 

Vejo-me no pátio exterior de uma vila romana. Ao centro há um longo e rectangular tanque de água, rodeado de colunas. O céu está azul, azul, e quando me dirijo à balaustrada no final do pátio, que é todo de pedra, sem qualquer verde, vejo uma belíssima cidade que sinto ser Roma, e fico encantado com o cenário, naquele belo entardecer.

 

O que vejo logo a seguir é o jovem a ser brutalmente apunhalado, por um homem grande, forte, de barba muito negra. Um militar. Quando tento ver a cena anterior, para entender o que se passou, vejo uma carta e surge o sentimento de traição.

 

O meu senhor partira para as suas campanhas militares e deixara-me para trás. O que a carta não dizia era que afinal era para ser morto, para que não fosse divulgada a sua tendência perante os seus militares. Ele não queria essa imagem como líder militar. O seu segredo ficava assim protegido e além disso, não teria de me partilhar com mais ninguém, nunca…

 

Com a ajuda da terapeuta libertei-me da densidade energética dessa vida passada e percebi que o meu medo da intolerância dos outros e a minha estranha relação com os militares não passam de memórias, ou seja, sempre que os sentir agora, saberei lidar de maneira diferente. Pois já os ultrapassei e sobretudo já me libertei dessa energia e dessa memória.

 

O meu agradecimento à terapeuta Helena, por me ter levado lá e me ter ajudado a libertar estes medos.

 

Salvador Oliveira


 

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